O nosso principal destino para o turismo subaquático é a Ilha Grande, localizada na Baía de Angra dos Reis, Estado Rio de Janeiro - BRASIL. Totalmente protegida dos ventos que sopram de alto mar, oferece condições ideais para a prática do mergulho durante o ano inteiro. As saídas da Jornada Sub acontecem todos os meses, partindo de Jundiaí, passando por São Paulo, e incluindo no pacote o transporte em ônibus da categoria Semi-Leito Turismo.

ILHA GRANDE – POUSADA NAUTILUS 

  • Descrição do Pacote:
    • Jundiaí/Angra dos Reis/Jundiaí em ônibus leito turismo
    • Traslado marítimo Angra do Reis/Ilha Grande/Angra dos Reis
    • Hospedagem na Pousada Náutilus
    • Pensão completa
    • 2 mergulhos/dia para mergulhadores credenciados
  • Não inclui:
    • Bebidas
    • Aluguel de equipamentos (exceto alunos em aulas de águas abertas )
    • Despesas durante o trajeto
  • Opcional: Mergulho Noturno
 
  • ROTEIRO – Horários estimados (saídas com dias adicionais - considere programação do 2º dia)
 

  • 1º DIA
    • 21h45 - Saída do ônibus – categoria semi-leito com serviço de bordo: Água, refrigerante e salgados variados
  • 2º DIA 
    • 01h15 - Parada de 30 minutos na altura de Aparecida do Norte – Posto Graal Clube dos 500 em Guaratinguetá
    • 06h30 – Chegada Cais Santa Luzia – Angra dos Reis
    • Travessia para Ilha Grande
    • 07h45 – Chegada na Pousada Nautilus ( www.nautilusilhagrande.com.br)
    • Distribuição de quartos
    • Café da Manhã
    • Saída para 2 mergulhos para mergulhadores credenciados
    • Check-out curso básico no deck da pousada
    • 14h Almoço
    • Tarde livre (exceto alunos em check-out)
    • Continuação Check-out Básico
    • Atividades disponíveis: Canoagem, trilhas, snorkeling.
    • Atividades opcionais: Mergulho extra de praia (R$ 30,00)
    • 20h – Jantar
  • 3º DIA – 
    • 8h00 – Café da Manhã
    • 9h00 – Saída Embarcada
    • 12h30 – Retorno para pousada/ Almoço
    • 15h30 – Retorno para Angra
    • 16H45 – Saída do ônibus
    • 00h30 – Chegada em Jundiaí

     

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    Suas águas calmas e claras, oferecem uma diversidade muito grande de fauna e flora, permitindo ao mergulhador recreativo desfrutar das belezas subaquáticas independente da época do ano. Dezenas de pontos de mergulho podem ser visitados, sendo que dois deles merecem destaque especial : A laje de Matariz, onde existe um helicótero afundado aos 7 metros, e o Naufrágio do Navio Pinguino, na enseada do Sítio Forte, cuja maior profundidade é de 18 metros e se encontra ainda em ótimas condições de visitação externa.

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    Aripeba, Bananal, Ponta Grossa, Saco dos Micos, Bunda do Elefante, Laje Branca, Ponto do Acaiá, Lagoa Verde, Ponta da Longa, enfim, são dezenas de pontos de mergulho sempre abrigados e com uma incrível fauna.

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    O nosso ponto base na Ilha Grande fica na Praia de Jaconema, na Pousada Nautilus. Uma praia particular e deserta, só nossa, com 30 metros de comprimento e cujo acesso só é possível por barcos ou por trilhas. Tartarugas moram por ali, e é comum avistá-las durante o dia todo nas calmas águas de Jaconema.

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    As acomodações são bem confortáveis, com destaque especial para a culinária durante as refeiçoes e café da manhã.

    O lugar também oferece as condições ideais para os primeiros mergulhos em águas abertas do curso de mergulho Scuba Diver JORNADA SUB - NAUI, permitindo ao mergulhador/aluno uma perfeita adaptação ao mundo subaquático.

     O lugar é ideal para os praticantes da fotografia subaquática, especialidade cada vez mais acessível, devido à grande diminuição do custo dos equipamentos fotográficos subaquáticos e facilidades no aprendizado, através do curso de especialidade FOTO SUB NAUI (underwather photography) disponível para qualquer mergulhador certificado. 

     

     

     
     ILHA GRANDE REGIÃO DE ANGRA DOS REIS RJ
     

    História da Ilha Grande
    Dois anos após o Descobrimento do Brasil o navegador Gonçalo Coelho que já havia batizado o Rio de Janeiro, descobriu em 06 de Janeiro a Ilha Grande. A princípio eles pensavam que a Ilha fosse um continente e ao seu leste, a desembocadura de um grande rio.

    O nome surgiu por índios Tamoios que a chamavam de "Ipaum Guaçu", expressão que significa Ilha Grande.
    Local preferido pelos navegantes portugueses, espanhóis, ingleses, franceses e holandeses, a Ilha Grande foi palco da história do Brasil desde a época do seu descobrimento. Em 1559, Don Vicente da Fonseca foi designado pelo Reino de Portugal para tomá-la à posse lusitana e administrá-la.

    Em meados do século XVI, começa uma longa e encarniçada guerra de resistência à colonização européia, a Confederação dos Tamoios (1554 a 1567 - foi a segunda grande luta de resistência social havida na história do mundo, antecedida pela insurreição asteca, em 1520 - tendo sido, no entando, de proporções e duração muito maiores), contra os invasores portugueses; os Tamoios tiveram ajuda dos franceses ("mair", como os chamavam os Tupinambás), enquanto que os portugueses (chamados de "peró") foram ajudados pelos índios Tupiniquins; bateram-se ao longo do litoral brasileiro numa surpreendente extensão que alongou-se do Espírito Santo até São Paulo, tendo sido a região de Angra dos Reis um dos principais redutos da resistência indígena, fato que retardou a sua colonização por mais de meio século.

    Em 1803 o povoado obtém uma identidade jurídica: Freguesia de Santana da Ilha Grande de Fora. Tornou-se um famoso entreposto do tráfico ilegal de escravos até a abolição da escravatura em 1888. Somente depois de proclamada a República, em 1891, foram criados os dois primeiros distritos: Abraão e Sítio Forte, hoje Araçatiba.

    No período de 1725 a 1764, com o avanço da cultura da cana-de-açúcar, começa a acontecer a colonização da Ilha Grande, num ciclo que se estenderá até a primeira metade do século XIX. O café, introduzido um pouco mais tarde, perdurou entre 1772 e 1890, chegando, inclusive, a ser exportado para a Europa. Com o término da escravidão, na segunda metade do século XIX, a cultura do café tornou-se inviavél e foi abandonada. A Ilha Grande entrou em um período de decadência. No mesmo período, ocorreu o fim da "Invencível Armada" Lusitana. Desse fato resultou a intensificação do contrabando do Pau-Brasil e muitos outros tipos de contrabando. No século XIX, D. Pedro II visitou a Ilha Grande. Ele ficou encantado pela sua beleza e tranqüilidade. Resolveu adquirir a Fazenda do Holandês (hoje, Vila do Abraão) e a de Dois Rios. Na Fazenda do Holandês foi construído o Lazareto, que serviu de centro de triagem e quarentena para os passageiros enfermos que chegavam ao Brasil (mais especificamente nos casos de cólera) chegando a atender mais de quatro mil embarcações durante seus 28 anos de funcionamento.

    A água para abastecer o Lazareto foi desviada do Córrego do Abraão, sendo para tanto construída uma barragem e o Aqueduto, um dos monumentos de maior importância histórica da Ilha Grande. Existe, ainda hoje, perto da barragem, o banco de pedra, denominado "Banco de D. Pedro", utilizado pelo Imperador para descanso.

    Pontos de mergulho



    Em 1903 foi criada a Colônia Correcional de Dois Rios. Por outro lado, o Lazareto foi desativado, passando a funcionar como presídio político. No final da Revolução Constitucionalista de 1932, seus internos passaram para a Colônia Correcional de Dois Rios. Posteriormente o Lazareto chegou a ser demolido, perdendo assim, a Ilha Grande, o seu mais importante patrimônio histórico e cultural.

    Em 1940 foi construído em Dois Rios o Instituto Penal Cândido Mendes, com capacidade para mil presos de alta periculosidade. À convivência dos presos políticos do regime militar com os presos comuns, dentro dos muros do presídio, é atribuida uma das origens do chamado "crime organizado", pontuando com acontecimentos marcantes, tais como, fugas de helicóptero e outros, com ampla cobertura da mídia nacional e internacional; a presença do presídio vem notorizar a Ilha Grande, por aspectos diametralmente opostos à sua beleza natural e importante significação histórica.

    No ano de 1994, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Governador Leonel Brizola, faz a demolição da maior parte das dependências do presídio. Com a decadência da agricultura, inicia-se a regeneração de capoeiras nas áreas abandonadas e etapas superiores de sucessão vegetal.

    Hoje a atividade pesqueira veio substituir a agricultura decadente, e teve inicio na década de 30 do século XX, com a salga de peixe. Na década de 50, a pesca chega ao auge, quando chega a vinte o número de "fábricas de sardinha" instaladas na Ilha Grande.

    Ultimamente, com o declínio da atividade pesqueira, inicia-se o desenvolvimento do turismo e juntamente com este, vem aumentando a especulação imobiliária, visando a instalação de grandes complexos turísticos e condomínios fechados para veranistas, a Ilha Grande resiste.

    * Uma revisão histórica, anunciada pelo almirante Max Justo Guedes na "Conferência dos 500 anos" de Angra dos Reis, promovida pela prefeitura em 2002, trouxe à luz a oficialidade sobre o nome do verdadeiro descobridor: o navegante Gonçalo Coelho
    Antes deste tratado o navegante André Gonçalves foi por muitos anos considerado o descobridor da Ilha Grande.
    Esta revisão foi feita com base na fonte: "Tratado Descritivo do Brasil", de Gabriel Soares de Souza.

    Bibliografia:

    Apontamentos para a história do Rio de Janeiro, Angra dos Reis e Ilha Grande.
    Carl Egbert Hansen Vieira de Mello

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Jornada Sub Mergulho
    Av. Pedro Blanco da Silva, 665 - Jundiaí - SP
    Fone: (11) 4586-5051 
    jornadasub@jornadasub.com.br

    Fotos meramente ilustrativas

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